Vida de carretel
Somos frutos do incerto
Temos uma ilusão do que aparenta certo
Com isso o ego ecoa dentro da gente
Nos afunilando, fuzilando por inteiro.
Quando temos os pés no chão e a alma limpa
Acreditamos ou desconfiamos de qualquer pessoa...
Dizer “eu te amo” não é como dizer “bom dia”
“eu te quero” mas um dia a gente se ama...
Não existe deixar um “amor” se é que isso é amor, pra
depois!
A vida é feita de acontecimentos “incertos”,
Mas sem ter que deixar pra viver depois.
Temos que ter cuidado com o que dizemos,
Temos que ter cuidado com o que acreditamos,
A carência maltrata e abusa do que vem para se aproveitar.
Quem sente amor, dá um passo para frente sem precisar de “calma”,
Afinal já esperou demais por esse momento.
Mas que momento é esse?
Não existe calma, alma, nem palmas para o que não é
verdadeiro.
Mas um querer quer que seja verdade,
Enquanto o outro anda para trás.
A vida é algo certo do incerto e Eu, não acredito em
migalhas que se encontra pelo caminho,
Acredito no que é inteiro, sem precisar dividir uma metade que não tem atitude.
O melhor caminho é aquele que se constrói com a convivência,
Pois, um bom sentimento não é aquele que vive as escondidas,
É o agora já pensando no amanhã de maneira segura, sem
ter que botar pressão.
Um carretel já é um bom rolo de linhas e com isso me
pergunto:
- Qual a graça de viver sendo enrolado?
Uma hora enjoa.
Uma hora enjoa.
Sabrina Sena
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