Ser, seria...
Fácil seria se o azul do mar invadisse o seu mundo transformando tudo em “blue” feito um algodão doce. Onde tudo fosse festa, onde o imaginário fosse real e doce feito este algodão. Difícil seria olhar para o perigo e não se importar com a realidade. Profundo seriam as palavras tomando o seu “continente” de você. Inútil seria não se dar o valor exato para que te notassem. Perfeito seria suspirar o amor aspirando mesmo à liberdade. Feio é ser fácil, “tolo” para aquele que teima em se achar a “constelação” da madrugada. Cruel é sentir prazer com a dor do outro, é rir da solidão como se também não tivesse um coração. É isso é ser “tolo”! Tudo tem uma medida, tem um sabor, uma capacidade de expressão. Ser fácil é algo sem força, pois quem vai querer algo tão dado? Tudo tem a sua intensidade e um momento para acontecer. Confuso, não? Veja bem: Muitos dão valor ao “difícil” da questão, ignoram o “fácil” às vezes até por vaidade. Pela lógica, quanto menos fácil é, mais difícil será. Falei alg...