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Mostrando postagens de julho 18, 2010

"Casas"

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Casas e mais casas moram la naquele morro que um dia já foi verde. É lindo de se olhar! São tantas cores que os olhos de quem assistem se sentem afobados e desapontados. Vigas tortas abalam uma calma em um segundo. Basta chover para essas casas serem lembradas. Roupas são dependuradas quase que no fio de alta tensão trepidando o sistema nervoso. É de se entender que muitos não têm uma opção sobre onde morar, mas os barrancos e barracos são vitimas do inesperado quase sempre, basta piscar esses mesmos olhos teimosos. Favelas abusam do espaço e da simplicidade que alguns ainda carregam e apenas comandam o comando vermelho, azul, verde, amarelo, tanto faz. Não passam de cores mesmo! Calibres ocupam as mãos daquele homem com uma aparência ate humilde, mas é de se lembrar que quem vê cara não vê coração. Opa, um aviãozinho passou por entre aquelas casas neste exato momento, seria o Lula passando? Que nada, foi só um papelotinho sendo negociado. Gente! Mas que carro “da hora” é esse? Ué, o p...

"the end"

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Porque que surgem dias estranhos onde faz parecer tudo tão sem sentido? O pior de tudo é que os pensamentos vagam procurando um motivo e não encontra nada ou encontra? O bom é ter a certeza que as pernas continuam seguindo, num é mesmo? Ops! Quantas interrogações, para que tudo isso? Melhor evitar essas interrogações antes que seja tarde demais. Já nem importa, já foi! Esse lado temperamental da coisa da certo nervoso, mas é de se entender o que esta no intimo de um querer seja ele qual for ou como for. Tiro como exemplo o nosso céu que hora sorri e outra chora, basta ele ter vontade de chover. Uma lagrima fez questão de escorrer, mas logo se secou. Entender esse querer não é nada fácil, pois ele pode não falar a mesma língua. Captar um sinal é pior ainda, ele pode ser imaginário. Decifrar um sorriso nem sempre tem um significado de felicidade e sim de vontade de falar algo, mas que falta a coragem de dizer. Lembrar do que se foi nem é pecado e pode ser que ainda tenha uma continuidad...

Vejo as folhinhas dos calendários voarem e atravessarem os ponteiros do meu relógio.

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Iniciarei o meu texto com duas breves perguntas: - O que esta acontecendo com os ponteiros dos relógios? - E com as datas dos calendários? Está tudo assim tão rápido. Me peguei em um momento de reflexão comigo mesma. Rodou um filme em preto e branco em minha cabeça neste momento e resolvi contar. Era uma vez, uma menina que corria pela casa de fraudinha e não deixava a sua mãe quieta por tamanha falta do que fazer ou até mesmo por gostar de estar perto dela. Carregava desde criança cachinhos castanhos escuros e um lindo par de covinhas. Sempre emburradinha e pirracenta, ela ia mamar. Morria de medo da solidão, por isso nunca dormia sozinha em seu travesseiro gelado. Seu irmão era o atentado da historia, vestia uma roupa de um super herói qualquer em seu imaginário e fazia a “sua” festa nos lugares. Era muito bom! Ela nunca deixou de morar em seu quarto, fez deste lugar um cantinho repleto de memórias fotográfica onde só ela sabe dos fatos. As festas aconteciam e ela mais uma vez nunca ...